quarta-feira, 12 de maio de 2010

Orientação - Astronomia

Zênite (português brasileiro) ou zénite (português europeu) é um conceito utilizado nas ciências naturais, principalmente na astronomia, sendo um ponto de referência para a observação do céu similar aos pontos cardeais. Ele é definido como o ponto exatamente acima de um lugar específico, ou seja, a partir de um ponto numa superfície horizontal traça-se uma reta imaginária perpendicular ao plano, o ponto onde esta encontrar-se com a esfera celeste, na parte superior é o zênite. Outra forma de encontrá-lo é a partir do campo gravitacional, pois este aponta aproximadamente (a terra não é uma esfera perfeita) para o seu ponto oposto, nadir.


Aplicações

  • O termo zênite também pode ser usado para definir o ponto mais alto no céu por onde um objeto celeste passa em sua trajetória aparente.
  • Na astronomia, Zênite e nadir definem um dos eixos do Sistema horizontal de coordenadas, nele a altura de um objeto é medida, em graus, a partir do horizonte, logo a altura do zênite corresponde sempre a 90°.

Para conhecer mais sobre pontos cardeais clique no título desse artigo e leia a matéria.

ESTAÇÕES DO ANO

As estações do ano são consequência das variações da inclinação do eixo da TERRA, girando em sua órbita elíptica em torno do sol. Não tem a ver com a distância da Terra ao Sol. Se quiser saber mais sobre o assunto clique no título do artigo para ler a matéria.

Matéria para a avaliação do OBA

O nosso universo é enorme e nele podemos encontrar vários tipos de objetos. A seguir conheceremos alguns desses.

Asteróides

Os Asteróides, calculados em 50 mil, pelos astrônomos, giram num período de 1.680 dias terrestres (quatro a seis anos terrestres). Os diâmetros e o ano de descoberta de alguns asteróides podem ser ser observados na tabela a seguir:
Nome Tamanho médio Descoberta
Cérès 959 km 1801
Pallas 526 km 1802
Vesta 510 km 1807
Hygiéa 408 km 1849
Davida 328 km 1903
Interamnia 316 km 1910
Europe 302 km 1858
Junon 268 km 1804
Sylvia 260 km 1866
Eunomie 256 km 1851
Euphrosyne 256 km 1854
Psyché 254 km 1852
Cybèle 240 km 1861
Bamberga 230 km 1892
Patientia 226 km 1899


Distâncias médias ao Sol: As distâncias médias desses astros ao Sol giram em torno 320 a 550 milhões de quilômetros. Hidalgo é o que mais se afasta, atingindo 1.430 milhões de quilômetros e Ícaro o que mais se aproxima do Sol, em 30 milhões de quilômetros. Os asteróides tem em média, 80km de diâmetro. Segundo os estudiosos, asteróides ou planetóides, (fragmentos de planeta desintegrado muito remotamente), ou restos de poeira cósmica; a massa somada de todos os asteróides, descobertos e a descobrir (num total de 44 mil), segundo Walter Baade (1893-1960), não deve superar a milésima parte da massa da Terra. O italiano Piazzi, em 1801, foi quem descobriu o primeiro desses astros, e sua órbita foi calculada por Karl Friedrich Gauss. Os Planetóides, ou Asteróides, têm suas órbitas semelhantes às dos planetas e giram entre as de Marte e Júpiter (Cinturão de Asteróides).

Luas

Quando olhamos para o céu, as estrelas são figuras que não mudam ao longo dos séculos. Podemos então dizer que todas as estrelas estão fixos uns contra os outros, aos nossos olhos. Mas um pequeno grupo de 5 objetos, além da Lua e do Sol são nômades e mover-se em relação às estrelas, que são os planetas (palavra grega para "vagabundo"). Estas 7 também irá desviar os seus nomes para 7 dias da semana. Lua (segunda-feira), Marte (terça-feira), Mercúrio (quarta-feira), Júpiter (quinta-feira), Vênus (sexta-feira), Saturno (sábado), Sol (agora dominus, mas os anglo-saxões têm mantido domingo). Com telescópios modernos pode-se observar os "parasitas" de "vadios". Estes são os satélites dos planetas, e existem muitos.

Com exceção de Mercúrio e Vênus, todos os planetas do sistema solar têm luas chamados luas. No sistema solar, existem mais de 140 luas. A lua com um L maiúsculo, sempre foi um foco importante para o homem. A origem da Lua é o tema do debate científico. Várias hipóteses são avançadas, a captura de um asteróide, a cisão de uma parte da terra, pela energia centrífuga, co-acreção do material original do sistema solar. Dada a inclinação da órbita lunar, é pouco provável que a Lua se formou ao mesmo tempo, como a Terra, ou que tem captado a lua. A hipótese aceite pela maioria dos cientistas, é a de um impacto gigante. Uma colisão entre a Terra jovem e um objeto do tamanho de Marte seria expulso da área ao redor da Terra, que viria a formar a Lua do que sabemos hoje. Este episódio datas de 4,2 bilhões de anos, em 2009, é a idade que uma equipe de pesquisadores deram a Lua, de acordo com a revista Nature Geociências. Sua idade foi obtida pela análise de amostras lunares trazidas pelos Apollo 17 em 1972.
Os investigadores encontraram um mineral que se forma quando a rocha se cristaliza e contém elementos radioactivos para determinar a idade de cristalização, portanto, de arrefecimento da crosta lunar.

Abaixo segue uma tabela com informação da Lua terrestre

Lua da Terra
Diâmetro 3.474,6 km
Massa 7,34×1022 kg
Gravidade 1,62 m/s²
Idade 4,2 bilhões anos
Temperatura média -77°C (+123°C-233°C)


Planetas

Nosso sistema solar consiste do Sol, oito planetas, três planetas anões e pequenos corpos como asteróides e cometas, com seus satélites. No centro está o Sol, nossa estrela que contém 99,86% da massa de todo o sistema. O interior do Sol tem uma densidade e temperatura, tais como ocorrem reações termonucleares, liberando enormes quantidades de energia. Grande parte dessa energia é liberada para o espaço como radiação eletromagnética, principalmente na forma de luz visível. O Sol também emite um fluxo de partículas carregadas chamado o vento solar. O vento solar interage fortemente com a magnetosfera do planeta e contribui para a ejecção de gás e poeira fora do nosso sistema solar. Os planetas mais próximos do Sol são os planetas terrestres, pequenos, rochosos e densa, com uma baixa rotação, superfícies sólidas, nenhum anel e poucos satélites. Perto do Sol, encontramos Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

A seguir temos uma comparação entre as massas dos planetas do sistema solar em relação a massa da terra:

Objetos Relação entre as massas
Mercúrio 0,0553
Venus 0,8150
Terra 1,0000
Marte 0,1074
Júpiter 317,8330
Saturno 95,1590
Urano 14,4990
Neptuno 17,2040
Pluton 0,0025


Estrelas

Uma estrela é uma estrela como o sol (com diâmetro de aproximadamente 1 392 000 km), que brilha através de reações nucleares que ocorrem no meio. Com exceção do Sol, as estrelas aparecem a olho nu como um brilhante, cintilante porque de turbulência atmosférica, sem aparente movimento imediatas em relação a outros objetos fixos no céu. Todas as estrelas são consideravelmente mais distante da Terra do que o Sol. A estrela mais próxima, Proxima Centauri, é de cerca de 4 anos luz do sistema solar, cerca de 250 000 vezes mais que o Sol. A massa de uma estrela é da ordem dos 1030 kg e um raio de poucos milhões de km. A potência irradiada por uma estrela como o Sol é de cerca de 1026 watts.
Estrelas formam devido à contração de uma nebulosa de gás e poeira sob a influência da gravidade. Se o aquecimento do material é suficiente, ele aciona o ciclo de reações nucleares no centro da nebulosa para formar uma estrela. A energia a partir destas reações é suficiente para parar a sua contração, devido à pressão da radiação gerada. O número de estrelas no universo é estimada entre 1022 e 1023. O número de estrelas observável durante a noite, a olho nu e em condições meteorológicas claro, varia entre um e cem mil vários, dependendo das condições de observação.

É através da lei de Stefan-Boltzmann, que os astrônomos podem facilmente calcular os raios das estrelas (ver nota abaixo contra). Em 1879, o físico austríaco Josef Stefan, que se interessa pela radiação dos corpos quentes, descobre que o total da energia emitida por um objeto é proporcional à potência de 4 de sua temperatura absoluta.
As maiores estrelas descobertas são sagitarii quilovátios, V354 Cephei e KY Cygni, são cerca de 1 500 vezes maior do que o nosso Sol.
Nosso Sol tem um diâmetro de 1 392 000 km.
Antares super gigante vermelha próximo de nós tem um diâmetro de cerca de ~ 700 vezes a do Sol, ou cerca de 1 mil quilômetros.
Betelgeuse é uma super gigante vermelha, uma das maiores estrelas conhecidas. Se Betelgeuse estiveram no centro do nosso sistema solar, o seu raio, ~ 650 vezes a do Sol, deverá estender entre a órbita de Marte e Júpiter.
Aldebaran é uma gigante vermelha de magnitude 0,86 e tipo espectral K5 III, o que significa que é laranja e tem grande parte esquerda da seqüência principal depois de utilizar todo o seu hidrogênio. Queima principalmente por hélio e atingiu um diâmetro de ~ 45 vezes a do Sol.
Rigel é um super gigante azul, 55 000 vezes mais brilhante que o sol. Com um diâmetro de cerca de 116 000 000 km, ~ 35 vezes a do sol, Rigel deverá estender até a órbita de Vénus em nosso sistema solar.
Arcturus é 20 vezes maior do que o sol, a sua magnitude é -0,04 ea sua distância ao sol é ~ 37 anos-luz.
Pollux é ~ 8 vezes maior do que o sol, a sua magnitude é 1,09 ea sua distância ao sol é ~ 33,7 anos-luz.

No fim da vida de uma estrela ele pode transformar-se numa estrela de nêutrons. O diâmetro de uma estrela de nêutrons é de uns 10 Km. Como elas tem massas um pouco maiores que a do Sol, são objetos inimaginavelmente densos: uma colher de chá de uma estrela de nêutrons pode pesar um milhão de toneladas! Algumas giram muito rápido, dando uma volta a cada milésimo de segundo! As estrelas de nêutrons podem tem um campo magnético muito forte, o que faz que as ondas de rádio sejam emitidas num feixe estreito. Ao girar o pulso pode passar pela Terra, isso faz com que essas estrelas pareçam faróis cósmicos: daí vem o nome de Pulsar.


Aglomerados

O universo é feito de objectos visíveis observável, ou seja: gás, poeira, nebulosas, galáxias, partículas, mas componentes não observáveis. O resto seria a matéria escura e energia escura.
Cerca de 5% de sua massa total é o universo observável, seria de 25% de matéria escura e 70% de energia escura. O modelo ΛCDM (Standard Cold Dark Matter) descreve um modelo cosmológica representando um universo homogéneo e isotrópico, que é zero curvatura espacial, e que contém, além de matéria ordinária, matéria escura e energia escura. Esse modelo é a base do modelo padrão da cosmologia.Aglomerados de galáxias são as maiores estruturas do nosso universo observável. Eles consistem de centenas de galáxias, ligados entre si por sua própria força de gravitação.
Entre as galáxias, há material consiste de gás quente, formando um plasma, onde a temperatura atinge 10 a 100 milhões de graus. O plasma é um forte emissor de raios-X. Da análise espectral destes raios-X infere sobre a temperatura do aglomerado e sua dinâmica. Aglomerados de galáxias se formam nos cruzamentos de filamentos que compõem essa teia da aranha cósmica.

O universo é constituído de elementos distribuídos ao longo da sua vasta filamentos entre quais existem enormes vazios bolhas de assunto. Os fluxos de materiais ao longo dos filamentos e convergem para os nodos da lona para formar grupos e aglomerados de galáxias. Aglomerados de galáxias não são formadas galáxias que estão cheias de gás extremamente quente (10-100 milhões de graus) e de baixa densidade (1000 partículas/m3).
Esse gás é distribuído de forma muito mais difusa e extensa do que as galáxias. Ela preenche o espaço entre as galáxias e uma massa muito maior do que as próprias galáxias. A tais temperaturas, o gás está completamente ionizado, um plasma.

O aglomerado estelar aberto das Plêiades é o aglomerado de estrelas mais brilhante em todo o céu, que se espalha por um campo de 2 graus no céu (isto significa 4 vezes o diametro da Lua!) . As Plêiades também são conhecidas por vários outros nomes tais como "Sete Irmãs", como M 45 pela classificação do catálogo Messier, e como "Subaru" no Japão. Este aglomerado está localizado na constelação do Touro(Taurus). Seis das estrelas nas Plêiades são visíveis sem o auxílio de telescópios. Aproximadamente 500 estrelas pertencem ao aglomerado estelar aberto das Plêiades e a maioria delas são fracas. Uma nebulosa de reflexão circunda estas estrelas.

Fontes de consulta:

Asteróides
http://www.oocities.com/pagina2astros/asteroides.html
http://nautilus.fis.uc.pt/astro/mirror/solar/portug/asteroid.htm
http://www.feiradeciencias.com.br/sala24/24_E10.asp
http://www.astronoo.com/pt/asteroides.html

Luas
http://www.astronoo.com/pt/lua.html
http://www.astronoo.com/pt/sistemaSolar.html

Planetas
http://www.astronoo.com/pt/sistemaSolar.html

Estrelas
http://www.astronoo.com/pt/sol.html
http://www.cbpf.br/~martin/CAMS/Estrelas/vidaestrelas.html

Aglomerados
http://www.astronoo.com/pt/aglomeradoDeGalaxias.html
http://radeir.blogspot.com/2010/04/pleiades-aglomerado-aberto.html



sexta-feira, 30 de abril de 2010

Vacina contra o vírus H1N1

Prezados ,

Nesse mesmo blog encontrei informações sobre a gripe chamada de suína, porém muitas pessoas ignorando os riscos da doença ainda estão relutantes quanto a vacinação. Já revoltado com o número de boatos que ouvi a respeito da vacina contra o vírus H1N1 resolvi fazer uma pesquisa sobre o assunto, e segue abaixo um documento do ministério da saúde para esclarecer alguns pontos.

MINISTÉRIO DA SAÚDE

SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Assunto: Esclarecimentos sobre a vacina contra Influenza H1N1

Em decorrência de boatos sobre a vacina contra Influenza H1N1 que circulam na internet, a Secretaria de Vigilância em Saúde preparou o questionário abaixo para esclarecer as dúvidas sobre a vacina e a estratégia nacional de enfrentamento da pandemia.

Repasse o conteúdo ou o link deste documento sempre que você receber o material falacioso.

O mercúrio presente na vacina causa autismo em crianças?

Não. A concentração de mercúrio é de 25 microgramas por dose de 0,5ml e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente na hora da punção repetida no frasco multi-dose. Esse mesmo conservante é utilizado rotineiramente em outras vacinas, como na Tetravalente indicada contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite e na Tríplice Viral, vacina contra Caxumba, Rubéola e Sarampo.

O timerosal, conservante antiséptico presente na vacina, pode causar autismo em crianças com disfunção mitocondrial e em adultos com disfunção hematoencefálica.

Estudos realizados em todo o mundo demonstram que o timerosal, desde 1930, tem sido amplamente utilizado como conservante em uma série de produtos biológicos, incluindo muitas vacinas.

O uso nas vacinas tem por finalidade evitar o crescimento de bactérias ou fungos (micróbios), quando esta é contaminada acidentalmente, como no caso de punção repetida no frasco multi-dose.

A concentração do timerosal na qualidade de conservante é de 0.01%, contendo, aproximadamente, 25 microgramas de mercúrio por dose de 0,5 ml, condição que tem mostrado ser capaz de impedir o crescimento de micróbios. Vacinas com estes tipos de conservantes já são utilizadas desde 1930. Algumas delas são: DPT, Tetravalente, Febre Amarela, Dupla Viral, Triviral, etc.


Em 2004, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos convocou um comitê de Revisão de Segurança em Imunização OIMs examinou a hipótese de que as vacinas, contendo timerosal estariam causalmente associadas ao autismo e comprovou que as provas disponíveis rejeitam a existência de nexo de causalidade entre vacinas contendo timerosal e autismo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu o conservante timerosal para o uso nas vacinas, baseando-se em estudos que concluíram não existir evidências de contaminação em crianças ou adultos expostos ao timerosal, e que as vacinas que contém essa substância não aumentam a quantidade de mercúrio no organismo, pois este é expelido rapidamente, não se acumulando em função de repetidas injeções.

Em face ao exposto, a CGPNI/DEVEP/SVS/MS reforça a conduta orientada por diferentes instituições de reconhecida credibilidade, as quais preconizam que, até o surgimento de novas evidências, a quantidade de timerosal contida nas vacinas não causa autismo ou qualquer outro problema para as pessoas vacinadas, não acarretando, portanto, efeitos danosos.

A vacina contém esqualeno, substância que afeta o sistema imunológico do indivíduo.

Os adjuvantes são substâncias que estimulam a resposta imunitária, permitindo reduzir a quantidade de material viral utilizado em cada dose e conferir proteção de longa duração. São produtos entre os quais se incluem certos sais de alumínio e emulsões (esqualeno e seus derivados) que são utilizados na composição de vacinas. E não causam danos ao ser humano.

A vacina contém células cancerígenas de animais que podem causar câncer em humanos.

Não. Isso é boato irresponsável

Indústrias farmacêuticas receberam imunidade judicial quanto a ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez.

Não temos essa informação. Vale registrar que o Ministério da Saúde, Agência Vigilância Sanitária (ANVISA) e os laboratórios produtores detentores do registro são responsáveis por registrar, acompanhar e avaliar os casos de eventos adversos associados à vacinação. O sistema de vigilância de eventos adversos pós-vacinal do Ministério da Saúde possibilita a identificação precoce de problemas relacionados com as vacinas distribuídos ou pós-comercialização, com o objetivo de prevenir e minimizar os danos à saúde dos usuários.


Não há comprovação de que somente uma dose da vacina seja efetiva.

Errado. Estudos comprovam que a vacina é efetiva com uma dose única. As crianças entre 6 meses e menores de 2 anos devem tomar duas meias doses da vacina contra a Influenza H1N1, sendo que a segunda meia dose da vacina é aplicada 30 dias depois da primeira meia dose, para estarem protegidas do vírus da Influenza H1N1.

A gripe pandêmica foi uma criação da indústria financeira, uma vez que surgiu em plena crise mundial. Ela foi criada só para favorecer os laboratórios farmacêuticos, que vão ganhar mais dinheiro com a fabricação e venda de remédio e vacinas.

A situação epidemiológica da gripe no mundo e no país é monitorada de forma sistemática e real. O Brasil utiliza de Sistema de Vigilância Sentinela de Influenza desde 2000. Atualmente com 62 unidades de saúde responsáveis pela coleta de amostras e organização de dados epidemiológicos agregados por semana epidemiológica (proporção de casos suspeitos de síndrome gripal (SG) em relação ao total de atendimentos - % SG).

Este sistema possibilita também a identificação dos vírus respiratórios que circulam no país, das novas cepas, o que contribuiu incisivamente a identificação da situação epidemiológica da gripe sazonal e pandêmica, assim como a adequação da vacina contra influenza utilizada anualmente e neste momento da operacionalização da vacinação contra a influenza pandêmica H1N1. O monitoramento por este sistema identificou em 2009, que desde o surgimento da pandemia, aproximadamente 70% dos vírus respiratórios que causavam síndrome gripal era o vírus influenza pandêmica (H1N1) 2009. Em alguns países este percentual chegou até 100%. O simples surgimento de casos de gripe em varios países causado por um novo vírus, já caracteriza a pandemia.

Recomenda-se o seguinte endereço www.saude.gov.br eletrônico para acesso aos dados epidemiológicos referente à influenza no país.

A gripe é uma paranóia difundida pela mídia e financiada pelos laboratórios.

Respondido no item anterior

A gripe Influenza H1N1 foi criada em laboratório como o objetivo de gerar um genocídio.

Em 24 de abril de 2009, sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) notificou aos países membros a ocorrência de casos humanos de influenza para um novo subtipo, à época denominado de A(H1N1) que vinham ocorrendo, a partir de 15 de março, no México e nos Estados Unidos da América (EUA).


No dia 29 de abril de 2009, após a realização da terceira reunião do Comitê de Emergência da OMS, conforme estabelecido no RSI 2005, a Diretora Geral da OMS, Dra. Margaret Chan, elevou o nível de alerta da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) da fase 4 para fase 5. De acordo com a OMS, a fase 5 significa a ocorrência de disseminação do vírus entre humanos com infecção no nível comunitário em pelo menos dois países de uma mesma região da OMS (neste caso as Américas).

Desde 11 de junho, segundo a OMS, a pandemia passou à fase 6, ou seja, já havia disseminação da infecção entre humanos, no nível comunitário, ocorrendo em diferentes regiões do mundo. Esta situação cumpria o critério para definição de pandemia estabelecida no Regulamento Sanitário Internacional.

A origem deste vírus já vinha sendo detectada em casos isolados nos Estados Unidos, sem provocar epidemias até então, portanto não se trata de uma criação em laboratórios.

Todos os fatos que ocorrem no Brasil e no mundo são minuciosamente acompanhados por este Ministério, que vem se preparando para o enfrentamento de uma segunda onda pandêmica desde 2009.

Anafilaxia, reação alérgica potencialmente fatal, é uma reação adversa pós-vacinação.

Anafilaxia é um evento raro que pode ocorrer com o uso de várias substâncias ingeridas ou introduzidas por via parenteral (muscular ou endovenosa) no corpo humano, incluindo alimentos, remedios, vacinas, entre outros. Se caracteriza por uma reação alérgica sistémica, severa e rápida a uma determinada substância, se apresentando com diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação sanguínea, acompanhada ou não de edema de glote. Pessoas que são altamente alérgicas a gema de ovo não podem tomar vacinas que são produzidas a partir de gemas de ovos embrionários, como a vacina contra a Febre amarela, gripe comum e influenza H1N1. Os profissionais de saúde são capacitados para identificar essas pessoas altamente alérgicas no momento em que procuram um posto de vacinação.

Há evidências da síndrome de Guillain-Barré em muitas pessoas que tomaram a vacina nos outros países do mundo.

Não existe esta evidência nos países que já realizaram ou estão vacinando contra a influenza pandêmica. A síndrome de Guillain Barré é um quadro neurológico que tem etiologias diversas. Alguns países tem notificado a ocorrência de casos dessa Sindrome à OMS após a vacinação, entretanto, até o momento não foram relatados casos em


que tenha sido estabelecida uma associação de causa e efeito entre o uso da vacina e a sua ocorrência.

Centenas de casos de paralisia dos nervos estão sendo associadas a essa vacina. Até médicos já disseram que não vão tomar.

Ver resposta acima

A vacina contém traços de neomicina.

Sim, a vacina produzida pelo Laboratório Sanofi Pasteur.

A neomicina é um antibiótico indicado para infecção bacteriana provocada por estafilococos ou outros microorganismos susceptíveis a este princípio ativo.

A vacina que venderam para o Brasil é vacina encalhada.

Todas vacinas adquiridas pelo Brasil foram compradas diretamente dos laboratórios produtores e por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde – Opas/OMS. Em nenhum momento, o país comprou ou recebeu doação de outro país.

As negociações de aquisição de imunobiológicos contra H1N1 foram realizadas em novembro de 2009, quando não havia ainda aumento da oferta da vacina por baixa utilização especialmente nos países da Europa e Asia.

Há evidências de má formação fetal em gestantes que tomaram a vacina.

A vacina contra o vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é segura e indicada para a gestante em qualquer idade gestacional. Na vacinação realizada no hemisfério norte não houve nenhum registro de má formação fetal relacionada a vacina. Esta indicação foi ratificada pela Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia - Febrasgo. Até o momento, não há relato de ocorrência de nenhum prejuízo sequer para a mãe e/ou para o feto.


http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenza_23_03_2010.pdf

Para demais consultas para de buscar fontes desinformadas e criadoras de conspirações, entre no site http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1616

sábado, 17 de abril de 2010

IV Olimpíada Brasileira de Foguetes (IV OBFOG)



Aos alunos participantes do OBA, segue as informações para participação da IV OBFOG.

Foguete de garrafa PET (Sem usar água com ar comprimido)

Abaixo, damos uma orientação genérica sobre como construir e lançar um foguete constituído de uma garrafa PET (de 1,5 litros ou mais). Todos os alunos (ou grupos de alunos do ensino médio) deverão construir e MELHORAR o foguete que descrevemos abaixo, tal que o mesmo vá o mais longe possível.

A distância deve ser medida entre o local de lançamento e o local de IMPACTO ao longo da horizontal.

Para que haja possibilidade de comparação dos resultados não podemos aceitar lançamentos com água e ar comprimido mecanicamente.

Regra básica de segurança: NUNCA lance na direção de pessoas, animais, carros, casas, etc.

Introdução: Foguetes são veículos espaciais que podem levar cargas e seres humanos para muito além da atmosfera da Terra e permanecer em órbita ao redor desta.

Teoria: Os foguetes funcionam queimando combustível sólido ou líquido e ejetando o resultado desta queima em altíssima velocidade na direção oposta àquela em que se quer que o foguete vá. Este é o princípio de uma famosa lei da Física chamada “ação e reação”. Nesta atividade vamos usar este princípio!


Partes básicas de um foguete.

Combustível. A maioria dos foguetes atuais funciona com combustíveis propulsores sólidos ou líquidos. O combustível é o produto químico que o foguete queima de dentro para fora, mandando massa para fora do escapamento com uma freqüência e velocidade muito grandes. Isto resulta em um forte empuxo. Na III OBFOG só usaremos água (ou vinagre, ou coca cola) e bicarbonato de sódio. Não será permitido usar ar comprimido.

Bocal. O objetivo do bocal é aumentar a aceleração dos gases à medida que deixam o foguete, e assim melhorar o empuxo. Ele faz isso diminuindo a abertura pela qual os gases podem escapar. Neste trabalho, os bocais são o gargalo da garrafa pet.

Centro de massa. Toda matéria, sem importar seu tamanho, massa ou forma, tem um ponto interno chamado centro de massa (CM) ou centro de gravidade. O CM de uma vassoura, por exemplo, é o ponto no qual devemos apóia-la para que não gire para nenhum lado.

Centro de pressão. O centro de pressão (CP) existe somente quando o ar está passando pelo foguete em movimento. O ar em movimento bate com maior força na cauda do que na ponta, e, portanto, a cauda sofre um “arrasto” ou resistência maior. Esta também é a razão para a cauda ter maior área do que a “ponta” do foguete. O centro de pressão está entre o centro de massa e a cauda do foguete. É importante que o centro de pressão de um foguete esteja mais próximo da cauda e o centro de massa mais perto do bico. Se estiverem no mesmo lugar ou muito próximos um do outro, o foguete apresenta vôo instável.

Aletas. As aletas de um foguete servem para estabilizar o vôo, ou seja, direcionando a trajetória do foguete. As aletas podem ser fabricadas em material leve e podem ser finas, acrescentando pouco peso ao foguete. A área de superfície grande das aletas mantém o centro de pressão atrás do centro de massa resultando em um vôo estável.


A construção do foguete de garrafa PET.

O bico do foguete. Corte uma garrafa de refrigerante a 15 cm do gargalo. Coloque aproximadamente 250g de areia num saco plástico e passe-o pelo interior do bico da garrafa até fixar o saco na parte superior do bico através do fechamento da tampa sobre o excesso de plástico do saco, conforme mostra a abaixo.

Figura 1. Peças e montagem do bico do foguete.

Aletas. Antes de iniciar o corte da aleta, faça um retângulo com 1cm de base e altura igual à da aleta que servirá para fixar a aleta no foguete, como mostra a primeira figura abaixo. A partir da extremidade direita da base do retângulo, faça a aleta triangular com 7cm de base e 10cm de altura. Faça um corte a 5cm da altura da aleta na parte retangular, como mostra a figura central a seguir. Dobre 1cm para o lado esquerdo e 1cm para o lado direito, conforme figura da direita abaixo.

Figura 2. Aleta com a parte retangular.

Figura 3. Indicação do local de corte na aleta.

Figura 4. Aleta pronta para ser fixada ao foguete.

O foguete. Encaixe o bico do foguete e fixe-o no fundo de outra garrafa de refrigerante de modo que obtenha dois bicos, um com o saco de areia e outro sem o saco de areia que será o bocal. Fixe também três aletas dispostas a 120º na parte inferior do corpo do foguete, ou seja, no final da parte cilíndrica da garrafa de refrigerante, conforme a seguir

Figura 5. Foguete com bico, aletas e “bocal”.


Para o tubo de lançamento. Corte um pedaço de cano de
aproximadamente 21cm de comprimento e ½” de diâmetro, roscável ou marrom soldável. Em uma de suas extremidades faça rosca de aproximadamente 1cm e coloque um “plug” (utilize fita veda rosca para vedação) ou “cap” se for tubo marrom soldável, ou seja, vede completamente uma das extremidades do cano. A 5cm do final da rosca faça um sulco de aproximadamente 2mm de profundidade, com uma lixa de ferro, na parede externa do tubo, onde encaixará um anel de vedação do tipo o-ring, como mostra na figura abaixo. Enfie a boca deste cano na boca da garrafa a qual já deverá estar com a água (ou o vinagre) e a “trouxinha de bicarbonato de sódio – este poderá até estar dentro do próprio cano”. Devido à presença do anel de borracha o cano passa sob forte pressão pela boca da garrafa e veda completamente a passagem do vinagre (ou água). A figura ao lado mostra o foguete já montado, ou seja, o bico com o saquinho de areia (próximo à mão da pessoa) e o “bocal” já com o cano dentro.


Figura 6. À esquerda, o anel de vedação do tipo o-ring e um tubo de comprimentos de lançamento sem o anel. A direita, dois tubos de lançamento diferentes com o anel de vedação.




O combustível do foguete.

Lembre-se: você NÃO pode usar combustíveis explosivos ou inflamáveis!!

Coloque água ou vinagre (ou suco de limão no lugar do vinagre) na garrafa (o quanto de cada você deve descobrir). Coloque uma colher (ou mais) de BICARBONATO DE SÓDIO (ou fermento em pó “pó Royal”) dentro da “trouxinha” e esta dentro da garrafa. Em seguida enfie o tubo na garrafa e fixe o sistema na PLATAFORMA DE LANÇAMENTO e SAIA DE PERTO (pode espirrar água com vinagre em você)!!! Depois de alguns minutos o gás gerado pressiona a água (ou vinagre) e, após a contagem regressiva puxa-se a cordinha que libera a garrafa. O gás expulsará a água (ou vinagre) e o foguete irá na direção oposta!! Se não tiver bicarbonato pode usar comprimido Sonrisal, ou Alka-Seltzer, ou Sal de Fruta ENO, ou sal de Andrews, pois todos eles possuem bicarbonato de sódio, o qual em contato com a água forma gás, mas também em contato com o vinagre (ou suco de limão) forma ainda MAIS GÁS! Atenção: não aceitaremos concorrentes que usarem ácido acético puro!

Plataforma de lançamento.

Isto é algo que você vai ter que inventar. Por segurança você só pode soltar este foguete se houver uma plataforma de lançamento que permita que se faça uma contagem regressiva e só se libere o foguete se houver segurança e quando se desejar. Nas Fig. 8a,b,c,d mostramos uma sugestão de como pode ser a base. É fundamental ter a torneira, pois quando o foguete não é lançando, deve-se liberar a pressão interna abrindo-se a torneira. Ao se puxar o fio ele abaixa o cano (de 4 cm de diâmetro e de comprimento) e este libera a garrafa. Esta é só uma sugestão. Você deve inventar a sua plataforma de lançamento. O bico metálico que aparece na extremidade do cap das fotos 8 não é necessário, pois ele só é usando quando

se lança o foguete usando ar comprimido e isso não será usado na IV OBFOG. A base de lançamento mostrada na Fig. 8 é muito leve, por isso deve-se colocar uma grande pedra sobre ela para que não caia quando se puxa o cordão que libera o foguete. Não se usando o bico metálico, não se precisa do “T”, basta uma luva para conectar o cano que fica dentro da garrafa e a torneira. Ou seja, fica ainda mais simples, barato e compacta a sua base de lançamento.

Variáveis de lançamento.

Lembre-se que para maximizar o alcance deverá testar algumas variáveis que influenciam no alcance, como por exemplo, a quantidade de areia na ponta do foguete, a quantidade de água (ou vinagre), a quantidade de bicarbonato de sódio, o tamanho das aletas e o ângulo de lançamento. Mas varie apenas uma de cada vez para saber qual é o melhor valor dela. Não encare isso como uma brincadeira e sim como um experimento científico!

Fig. 8a. Vista frontal da base

Fig. 8b. Vista lateral, base montada e pronta pro lançamento.

Fig. 8c. Foto com detalhes da base. O bico metálico na extremidade só é usado quando se deseja injetar ar comprimido no foguete.


Na Fig 8d ao lado mostramos uma foto em proximidade das “garrinhas” que seguram o anel que existe perto da boca das garrafas PET. Estas garrinhas são tiras plásticas usadas para lacrar ou amarrar objetos. Foram fixadas umas ao lado das outras sobre uma fita adesiva, depois colocadas ao redor do cano e a abraçadeira (primeira de cima para baixo) prendeu todas firmemente junto ao cano. A segunda abraçadeira prendeu o conjunto na madeira. A torneira é fundamental para numa emergência liberar a pressão no foguete. Abaixo da boa da garrafa colocamos várias voltas de fita isolante umas sobre as outras para que a garrafa só entre até ali.